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Registre sua marca antes que outra empresa ocupe o seu nome.

Registro de marcas no INPI, proteção internacional via Protocolo de Madrid, registro de software e instrumentos de cessão e licenciamento — do mapeamento de ativos até a concessão do registro.

Quero registrar minha marcaAtendimento remoto em todo o Brasil

O que costuma dar errado — e sai caro.

Marca, nome, software, identidade visual. São os ativos que a empresa mais usa e os que recebem menos proteção formal. O problema não aparece no dia a dia — aparece quando outra empresa deposita seu nome no INPI, quando um sócio sai levando o código, ou quando a expansão internacional trava porque alguém já registrou sua marca no país de destino. No sistema brasileiro, propriedade sobre a marca é de quem registra primeiro — não de quem usa há mais tempo.

01

Sua marca, registrada por outra pessoa

Anos de reputação construídos em torno de um nome não garantem nada sem registro. No Brasil, quem deposita primeiro no INPI tem a prioridade — não importa quem usou antes. Uma notificação extrajudicial ou ação de infração é suficiente para forçar rebranding completo, com todo o custo que isso representa: novo nome, novo visual, nova comunicação, reconquista de mercado.

02

Registro na classe errada: proteção no papel, zero na prática

O sistema de marcas brasileiro usa a Classificação de Nice — 45 classes que definem em que segmento a proteção vale. Registrar na classe errada é o mesmo que não registrar: a marca fica desprotegida justamente nas atividades que a empresa exerce. Corrigir depois exige novo processo, novas taxas e novo prazo — enquanto a exposição continua.

03

Software desenvolvido, mas sem prova legal de autoria

O código existe, o produto existe, a empresa usa e vende. Mas sem certificação oficial do INPI, o instrumento legal para provar autoria não existe. Em uma disputa societária, em um processo de cópia ou pirataria, ou na venda da empresa, a falta do registro transforma um ativo real em algo que não pode ser provado.

04

Expansão internacional com a marca desprotegida

O registro no INPI protege apenas no Brasil. Ao expandir para outros países sem o Protocolo de Madrid, a empresa chega a novos mercados exposta: um concorrente local pode registrar a marca antes da chegada — e impedir legalmente o uso do próprio nome no país. Reverter isso custa tempo, dinheiro e frequentemente obriga um rebranding no pior momento possível.

05

Ativos intangíveis sem instrumento contratual

Licenciar uma marca, ceder um software, franquear o uso de um conteúdo — tudo isso exige instrumento contratual claro. Sem ele, a empresa opera com risco real: uso indevido sem contrapartida, ausência de controle territorial, ausência de cláusula de rescisão. O ativo existe, mas não está sob controle.

Lucas Cabral Advogado

Quem vai cuidar do seu caso

Lucas Cabral

OAB/MG 223.397 · OAB/SP 536.741

Advogado especializado em Direito Empresarial com atuação em contratos, assessoria jurídica recorrente, propriedade intelectual e planejamento tributário. Atendimento remoto para empresas e pessoas físicas em todo o Brasil.

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Remoto

Como atuamos para proteger você.

01

Registro de marca no INPI

Pesquisa de anterioridade, definição técnica das classes corretas e depósito do pedido — com acompanhamento integral até a concessão e resposta a oposições e exigências.

02

Protocolo de Madrid

Registro internacional de marca em mais de 130 países via Protocolo de Madrid, com acompanhamento junto à OMPI e nos países designados.

03

Registro de software no INPI

Certificação oficial de autoria de software com organização da documentação técnica exigida — instrumento essencial em disputas societárias, vendas e processos de pirataria.

04

Cessão e licenciamento

Elaboração de contratos de cessão e licenciamento de marca, software e ativos intangíveis — com cláusulas de uso, território, prazo e rescisão.

Como funciona na prática.

01

Mapeamento de ativos

Identificamos os ativos intangíveis da empresa — marca, software, conteúdo, identidade — e avaliamos o que precisa de proteção e em que ordem.

02

Pesquisa e estratégia

Pesquisa de anterioridade no INPI, definição das classes corretas e estratégia de depósito para maximizar a proteção obtida.

03

Depósito e acompanhamento

Protocolo do pedido e acompanhamento integral até a concessão — incluindo resposta a oposições, exigências e estratégia de manutenção.

Nota técnica

O Protocolo de Madrid é o sistema da Organização Mundial da Propriedade Intelectual (OMPI) que permite o depósito internacional de marca em mais de 130 países a partir de um único pedido. O Brasil aderiu ao Protocolo em 2019. A proteção é solicitada por país — não é necessário designar todos, apenas os mercados estratégicos para o negócio.

Perguntas frequentes.

Quanto tempo leva o registro de marca no INPI?

+

Preciso registrar a marca mesmo usando há muitos anos?

+

É possível registrar minha marca internacionalmente sem custo de processo em cada país?

+

O registro de software protege o código-fonte?

+

Funciona de forma 100% remota?

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Seus ativos intangíveis precisam de proteção antes que o problema apareça.

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